sábado, 30 de julho de 2011

Passa régua (iPhone, iPad, iPod)

Description

O Aplicativo Passa Régua tem como objetivo permitir você dividir contas de maneira prática, consistente e com um visual semelhante ao famoso cupom fiscal que recebemos com o valor de nossa conta nos restaurantes e bares do Brasil.

Em poucos toques você será capaz de dividir o valor total da sua conta com seu grupo de amigos podendo inserir ou remover a taxa de serviço geralmente cobrada em alguns lugares, além disso é possível separar na divisão aquelas pessoas que consomem bebidas ou itens caros que tornam injusto a divisão por igual.

Tudo isso de forma fácil e rápida, tornando possível a divisão correta até mesmo para aqueles que bebem um pouquinho a mais.

Link apple


iPhone Screenshot 2

Operadoras e fabricantes de celular que geram mais reclamações no Brasil?

Os Procons (Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor) de todo o país reúnem as reclamações fundamentadas de consumidores e as repassam para o Ministério da Justiça, que elabora todo ano o Cadastro Nacional de Reclamações Fundamentadas. Desta vez, fabricantes de celular lideram o ranking de reclamações. Quem teve o pior desempenho no Brasil?

Lideram o ranking as fabricantes Sony Ericsson, LG, Samsung e Nokia, para as quais há um número semelhante de reclamações totais (cerca de 2.000 cada) – a principal reclamação contra elas consiste em problemas com garantia. No entanto, quem menos atende as reclamações é a Motorola (30%), seguida pela Nokia (29%).

Dentre as operadoras de celular, a Oi é líder tanto em volume de reclamações (2.534), como em proporção de reclamações não-atendidas (53%). A falha mais comum da Oi (66% do total) são problemas na cobrança. A Oi argumenta que o ranking não considera o volume de clientes que eles atendem – ora, quanto maior o número de clientes, maior o número absoluto de reclamações. Só que em São Paulo, onde a Oi não é muito maior que a concorrência, a operadora recebe mais reclamações que TIM e Vivo – ou seja, o problema na qualidade é real.

Em se tratando de número total de reclamações, a Claro fica em segundo lugar (3.691); mas, em proporção de reclamações não-atendidas, o segundo lugar é da TIM (41%).

O ranking também inclui as piores no atendimento em telefonia fixa – a Oi é responsável por 76% de todas as reclamações no setor, e é a que menos atende (44%) – e também quem sofre no atendimento de internet. Aí se incluem todas as grandes operadoras móveis: na ordem, Claro, Oi, Vivo e TIM geraram mais reclamações; delas, Oi e TIM são as que menos tentam resolver o problema (48% e 44% de reclamações não-atendidas).

O relatório do DPDC (Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor) também reúne reclamações contra bancos, planos de saúde e lojas de varejo. O órgão não separa reclamações do varejo para vendas online, mas as três líderes em reclamações no varejo têm forte presença na internet: Ricardo Eletro, Ponto Frio e B2W (Submarino e Americanas.com, entre outros).

O Cadastro Nacional de Reclamações Fundamentadas 2010 reúne dados do período de setembro de 2009 a agosto de 2010, e pode ser acessado através do link a seguir: [Cadastro Nacional 2010 via Ministério da Justiça via G1]

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Gui Boratto - The Drill EP (2011)



Gui Boratto
Genre : Techno
Label : Kompakt

Source : WEB
Quality : 320kbps avg / 44.1KHz / Joint Stereo
Duration : 00:13:19 (31.5MB)


Tracklist :

1. The Drill 5:08
2. Stems From Hell 8:11



sábado, 16 de julho de 2011

A Anta Marta Suplicy - Valeu Comandante



A anta arrogante e feia
e os brasileiros comuns...


Não foi exatamente tranqüilo o início do vôo 455 da Air France que na terça-feira passada (28 de junho de 2011) decolou de São Paulo para Paris. A responsável pela trepidação foi Marta Suplicy, que ia para a China, com escala em Paris. Ao embarcar, o casal Marta e Luis Favre relaxou e decidiu não passar pela revista de bagagem de mão feita por raios X. Os Favre furaram a fila da Polícia Federal.

Vários passageiros se revoltaram. Marta respondeu que, no Brasil, para as autoridades não valem as exigências que recaem sobre os brasileiros comuns.

Os passageiros não relaxaram com a explicação. Continuaram a reclamar, mesmo com todos já embarcados. Deu-se, então, o inusitado: o comandante do Boeing 777 saiu do avião, chamou a segurança e disse que não decolaria até que todos os passageiros passassem suas bagagens de mão pelo raio X. Marta Suplicy deixou seu assento na primeira classe (Favre estava na executiva) e dignou-se fazer o que o comandante pediu. Nesse instante, os passageiros 'relaxaram e gozaram'.


(*) Lembrem-se dessa Anta nas próximas eleições.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Flagrante Armado no Cabrini

Cabrini pode pedir indenização do Estado

Relatório da Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo divulgado confirma o que Alberto Zacharias Toron, advogado do jornalista Roberto Cabrini, alegava desde abril de 2008: seu cliente foi vítima de uma armação da Polícia. Todo entorpecente encontrado no porta-luvas de seu carro foi lá colocado com o único intuito de incriminá-lo, segundo o relatório. Na época do falso flagrante, como concluíram os corregedores, o repórter trabalhava em uma reportagem sobre o tráfico de drogas. Ele foi indiciado por tráfico de entorpecentes, já que a quantidade de droga encontrada em seu carro ultrapassava a de consumo próprio. Com informações do site Comunique-se.

Se confirmada, a conduta dos policiais civis acusados de plantar dez papelotes de cocaína no carro do jornalista pode ser tipificada, ao menos, no artigo 339 do Código Penal, que define a denunciação caluniosa. O alerta é dos criminalistas Maurício Zanoide, do Zanoide de Moraes, Peresi & Braun Advogado, e Leonardo Avelar, do Moraes Pitombo Advogados, que explicam que a atitude pode ser compreendida dentro de dois universos: o do Direito Penal e do Direito Processual Penal.

Também do Moraes Pitombo Advogados, o especialista em Direito Processual Civil Claudio Daolio aponta outro desdobramento da história. De acordo com ele, Cabrini pode pleitear duas indenizações. Uma em ação contra o Estado e outra contra veículos de comunicação que disseminaram a notícia de forma irresponsável. "A primeira é evidente. Já a segunda é mais complexa", avalia. Para ele, o Estado tem responsabilidade objetiva no caso. Ou seja, independentemente de culpa. Ele aponta, ainda, a possibilidade de ocorrência de fraude processual, como tipifica o artigo 347 do Código Penal. "Mas, para isso, é preciso estudar o relatório, que está em segredo de Justiça".

Pelo relatório, além dos seis policiais, estão envolvidos na armação um comerciante, um delegado e um empresário. Esse último é Oscar Maroni, dono da boate Bahamas e suspeito de ter participado da encenação. Pelo menos é o que aponta o relatório divulgado. A prisão de Cabrini seria uma retaliação contra reportagens sobre a casa de prostituição do empresário. “Evidentemente”, diz o documento, “que essa matéria custou-lhe um preço alto, como uma ferida que se cura, mas fica a cicatriz”.

Na época dos fatos, a Associação Paulista de Imprensa (API) enviou uma carta de apoio ao jornalista. O então presidente da entidade na época, João Baptista de Oliveira, falou em nome próprio. “O presidente da associação, particularmente, na dupla condição de jornalista e de advogado, regularmente inscrito na OAB de São Paulo e membro da ordem e membro do conselho estadual da ordem, envidará os esforços necessários no sentido de garantir os direitos, prerrogativas que cabem ao distinto colega como profissional da comunicação”, dizia a carta.

Agora, em entrevista à revista Consultor Jurídico, o atual presidente, Sérgio de Azevedo Redó, endossou o posicionamento anterior. “A API repudia qualquer ato que tenha por finalidade o cerceamento do trabalho de jornalistas de qualquer estado do país”. E acrescentou: “Estamos à disposição para ingressar em juízo para reparar os danos sofridos por Cabrini, que é dos principais jornalistas investigativos do país, e pelo veículo no qual ele trabalhava na época. O jornalismo investigativo é um dos poderes da democracia”. Em 2008, Cabrini estava na Record, mas já havia passado pela Band e pela Globo. Hoje, ele apresenta o programa Conexão Repórter, do SBT.

A proibição do uso de prova como a que o relatório da Corregedoria aponta é expressa em lei. De acordo com o artigo 157 do Código de Processo Penal, “são inadmissíveis, devendo ser desentranhadas do processo, as provas ilícitas, assim entendidas as obtidas em violação a normas constitucionais ou legais”.

O flagrante preparado é inválido e equivale a não ter flagrante, afirma o advogado Luciano Almeida, do Vilardi & Advogados Associados. Quando Cabrini foi preso, ele estava acompanhado da comerciante Nadir Dias da Silva. Segundo Cabrini informou no momento do flagrante, ela seria uma fonte e o conduziria a um material que comprovaria a veracidade de uma entrevista anterior, realizada em 2006 com Marcos Herbas Camacho, o Marcola, líder da facção criminosa PCC.

Mais tarde, ela negou ser fonte do jornalista. Cabrini acusou a mulher de ameaçá-lo. Segundo seu advogado, Toron, a droga foi encontrada no porta-luvas, no banco do passageiro, onde a mulher estava sentada. Ela foi liberada e elencada como testemunha do inquérito. “Foi um absurdo. Ele não é traficante e nem usuário”, disse Toron na época.

Ela é uma das suspeitas de ter armado o flagrante ao lado dos policiais. Por isso, a mulher pode ser considerada como co-autora, explçica Zanoide. O relatório cita a participação de Nadir. De acordo com as conclusões, ela comprou a droga e negociou a prisão com o delegado Edmundo Barbosa, chefe do 100º DP.

Enquanto Zanoide enquadra a conduta no artigo 339 do Código Penal — que é dar causa à instauração de investigação policial, de processo judicial, instauração de investigação administrativa, inquérito civil ou ação de improbidade administrativa contra alguém, imputando-lhe crime de que o sabe inocente — e no artigo 3º da Lei de Abuso de Autoridade, Augusto Arruda Botelho, vice-presidente do Instituto de Defesa do Direito de Defesa, acredita que a pena de dois a oito anos, como é prevista na denunciação caluniosa — não é suficiente para o caso. “É preciso analisar os detalhes das condutas”, diz. Fonte: Conjur

Primeiro Mc donalds

Bob Marley no Brasil

Silvio Santos novo

Che Guevara

Sadam Hussen sendo enforcado

Onde era o Cristo Redentor.... um butequinho.


Brasília antigamente

Papa e Hitler juntos


Elvis Presley no exército

Beatles no comecinho da carreira

Massacre no Carandiru

Família Bin Laden. O Osama é o circulado


Verdadeiro Titanic

Família Chaves. todos vivos ainda

Primeira fotografia da historia

foi tirada na França

Hollywood antigamente



Pão de Açúcar antigamente

Construção da Disney Word

Muro de Berlim sendo derrubado

Evolução da coca -cola



John Lennon dando autógrafo a seu assassino


Bob Marley e Mick Jagger juntos

25 de Março antigamente


Adolf Hitler criança


Chukis Norris e Bruce Lee


Ipanema e Leblon eram assim.

Na época do fusquinha e DKW ...



Construção do Cristo Redentor


Albert Einstein no Brasil



Primeiro computador do mundo


Presidente Kennedy morto

Famosa construçao do Empire State ...... ate hj essa foto é copiada


Boletim escolar de Albert Einstem

Criador do Orkut

Google em 1999 , uma micro empresa ...

Marilin Monroe na Playboy


Titanic antes de zarpar ...

Cazuza no auge da aids



Guerra do Vietnã


Lula e Fernando Henrique, panfletando juntos...


Acidente da Lady Di


Jogador de Camarões morto.

morreu em campo...

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Momento em que Bush fica sabendo do atentado nas Torres Gemêas

Congresso Nacional em construção (1958-1960)


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